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Penalização de escolas que adotarem ensino presencial é ‘para preservar a vida’, diz secretário

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O secretário municipal de Planejamento, Marcelo Canhada, justificou a rigidez das medidas de penalização contra as escolas particulares que desrespeitarem o decreto municipal que proíbe aulas presenciais em Londrina.

“Nós sabemos que o setor das escolas particulares vêm sofrendo bastante. O prefeito Marcelo Belinati se sensibiliza pela situação, mas nesse momento essa é a postura da Prefeitura. Nós precisamos preservar a vida das pessoas”, afirmou.

As instituições de ensino que não cumprirem a determinação poderão ser multadas em até R$ 120 mil e, em caso de reincidência, até sofrer a cassação do alvará. As medidas foram anunciadas nesta terça-feira (16).

Canhada afirmou que a Prefeitura não tem a intenção de aplicar as sanções e espera que as escolas cumpram a norma.

“Acreditamos que as escolas vão obedecer o decreto, que nós vamos passar por esse momento difícil e que, com a vacinação, vamos em breve voltar a ter uma vida próxima do que era antes da pandemia”.

As aulas presenciais nas redes pública e privada de Londrina estão suspensas até, pelo menos, o dia 28 de fevereiro. Um grupo de mães, funcionários e proprietários de escolas vêm organizando protestos desde início do ano, como forma de pressionar o Município a liberar a abertura das escolas. A Justiça chegou a autorizar a retomada de forma liminar, mas a decisão foi revertida pelo Tribunal de Justiça (TJ-PR), que manteve a proibição.

Canhada lembrou que as escolas podem oferecer atendimento individual presencial para alunos em situação de vulnerabilidade. “Dentro de regras sanitárias rígidas, o decreto permite o atendimento individualizado. Não é a abertura de turmas com alunos. Nós esperamos a colaboração das escolas, no sentido de cumprir a lei”, afirmou o secretário de Planejamento.

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