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O episódio da professora catarinense agredida toma contornos políticos

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A ocorrência que viralizou em toda a mídia brasileira referindo-se a professora Márcia Friggi que sofreu agressão de um aluno de 15 anos em Indaial Santa Catarina tomou dimensões para muito além da tão comprovada indisciplina em muitas escolas.

O fato em si já amplamente divulgado, fez com que a professora fosse procurada por diversos meios de comunicação e seu facebook fosse visitado por internautas do país inteiro.

Como é de praxe, toda pessoa quando é focada pela mídia passa a abrir mão do seu, até então, confortável anonimato, tornando-se um “livro aberto”.

Sendo assim, foi descoberto o apoio dela a uma ação deliberada em que foram arremessados ovos na pessoa do político Jair Bolsonaro, quando este se apresentava em público.

Em outro momento, a professora igualmente se manifestou favorável a hostilidade submetida ao político João Dória quando o mesmo foi recebido em Salvador com uma “chuva de ovos”. Ou seja, conforme manifestação da professora em seu facebook, naqueles dois episódios envolvendo aquelas figuras públicas, a violência física foi justificada por convicções político partidárias. Para ela, numa entrevista à Rádio Gaúcha, naqueles dois casos “não se trata de violência, mas de atos revolucionários”.  Perguntada então pelo repórter Davi Coimbra, se em vez de ter sido um livro arremessado contra ela, fosse um ovo, não seria neste caso, também um ato revolucionário, a professora o acusou de neonazista e desligou o telefone em plena entrevista no ar.

A conclusão sobre tudo isso fica com nosso(a) caro(a) leitor(a) em que valem ser abordados vários aspectos que cada qual julga justificar a sua posição. A intenção do site Paraná News é unicamente prestar uma apurada informação de maneira imparcial, respeitando o direito de acesso aos fatos, mesmo e ainda que estes gerem polêmicas ideológicas.

Ilvo W.

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